Mais do que um ano de novidades isoladas, 2026 tende a consolidar uma mudança de enfoque no B2B Commerce: menos atenção à vitrine por si só e mais prioridade para experiências de compra conectadas à operação.
A primeira tendência é a continuidade do self-service, mas com uma nuance importante: autonomia não significa ausência total de apoio, e sim redução de atrito.
A segunda tendência é a entrada mais concreta da IA no B2B Commerce, com suporte à descoberta, conteúdo contextual, produtividade comercial e automação operacional.
A personalização B2B evolui para refletir conta, hierarquia, grupo comprador, preço negociado, catálogo específico, frequência de recompra e papéis de aprovação.
Em resumo, vantagem competitiva virá de combinar self-service de baixo atrito, IA aplicada, personalização contextual, dados confiáveis e operação conectada.






